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Sorria! Saiba os benefícios do humor para lidar com o estresse


Tristeza, raiva, tensão. São muitas as emoções que não nos permite sorrir ou aliviar nossas tensões do rosto. Para prevenir que episódios desses estresses evoluam para casos de ansiedade, depressão e abuso de substâncias químicas, a resposta do psicólogo, neurologista e comediante Brian King é positiva: rir é realmente o melhor remédio.


Para isso, ele apresenta em seu livro "A arte de pegar leve", o humor como uma ferramenta terapêutica no controle dessas emoções. O escritor afirma que a obra não é um substituto da terapia e alerta: para casos em que o estresse já se transformou em algum transtorno, a orientação é procurar ajuda.


“Você é feliz?”, pergunta Brian no prefácio de A arte de pegar leve: como lidar com ursos, trânsito e todos os estresses da vida. Formado em psicologia e neurociência na Universidade do Texas e PhD pela Bowling Green State University, Brian King já realizou centenas de shows como comediante ao redor do mundo para apresentar o humor como uma ferramenta terapêutica no controle do estresse. A união das duas práticas profissionais resultou em técnicas para lidar com o estresse baseadas no relaxamento, resiliência e aceitação.

Além de sugerir maneiras de lidar com as situações tensas do cotidiano, o psicólogo e neurocientista destaca as doenças resultantes da exposição intensa e frequente ao estresse, como transtornos de ansiedade, depressão, hipertensão, obesidade e abuso de substâncias. Brian alerta que a intenção da obra não é substituir a terapia: “O único objetivo é ser fonte de entretenimento, informação e conselhos”, afirma.

O estresse é um fator desencadeante de várias doenças e distúrbios mentais, como depressão, ansiedade, transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), abuso de drogas e, obviamente, transtorno de estresse pós-traumático (TEPT). Se você estiver enfrentando esses ou outros problemas, por favor, procure ajuda profissional. (A arte de pegar leve, p. 17)

“Lidar com os ursos”, uma situação que foge ao controle, é uma das metáforas utilizadas pelo escritor para explicar as variadas reações associadas à tensão, como, por exemplo, a percepção de ameaça e sentimento de impotência.


“O estresse é simplesmente uma reação. Ser capaz de redirecionar conscientemente as escolhas feitas por outras áreas do cérebro é a chave para ter uma vida menos estressante”, explica Brian.


A união das duas práticas profissionais resultou em técnicas para lidar com o estresse baseadas no relaxamento, resiliência e aceitação.

Segundo a terapeuta especializada em Rigoloterapia, consultora espiritual e orientadora em dependências e compulsões, Stella Rebecchi, a força do (sorriso) riso para tratar os males do corpo e da alma já vem de longa data. "A alegria em benefício da vida está escrita na Bíblia. Atualmente, muitos hospitais utilizam o poder do riso como um aliado importante na recuperação e (conservação) manutenção da saúde. Para os orientais as emoções positivas também prolongam a vida. No Japão praticaram a Yoga do Riso para prevenir a gripe suína com resultados muito positivos! Aqui podemos fortalecer nosso sistema imunológico, sem dúvida!", diz Stella.


A Rigoloterapia® é uma filosofia de vida. Ser positiva, ter alegria de viver,ter objetivo, foco, é um estado de ser que podemos encontrar com perseverança, com o conhecimento de nós mesmos, no exercício da mudança de pensamento. E muito seriamente, na volta da criança que existe dentro de todos nós, relembrando como é bom rir!


A técnica pode ser usada no tratamento de problemas físicos, emocionais e até nos relacionamentos. A grande vantagem do método é tratar de uma forma simples, sem ajuda de substâncias artificiais, apenas se divertindo, respirando e rindo. “A idéia é recuperar a criança que existe dentro de cada um de nós relembrando como é bom rir, mesmo sem motivo.” ualquer pessoa, de 0 a 100 anos, pode ser rigolô. Não é necessária nenhuma preparação prévia, somente a vontade de mudar e tornar a vida mais alegre. Contra-indicações existem, mas são poucas. Quem tem hérnia umbilical, ou está recém-operada ou cardiopatias fortes.


A terapeuta Stella Rebecchi sugere alguns exercícios que podem ser feitos em casa ou em grupo.


Relaxamento da Rigoloterapia® by Stella


Exercício que remove qualquer desejo incontrolável negativo, promovendo limpeza dos pulmões. Pode ser sentados ou deitados, mesmo em pé. Começando pelos ombros, subindo e descendo, e ao descer deixar cair pesado. Inspirar suavemente ao levantar os ombros e expirar ao descer, três vezes.


Depois mais três vezes e ao expirar, colocar a língua para fora soltando um som – ahhhh... Em seguida, tente cantar um pouco uma música que conhece, sem abrir a boca. . Só no humhumhum! Qualquer música, até música de ninar serve. Vai precisar de fôlego, vai exercitar os pulmões. Foco, foco, preste atenção em você, se ouça! Tenho certeza que vai começar a rir da situação, vai rir de si mesmo.


E aí: desejo, medo, ansiedade, foram embora. Pronto, acabou.


Deite-se agora no chão, devagar, perceba a respiração como ficou. Foco! Atenção!

Som em movimento – Rigolotarapia® by Stella


Caminhando em qualquer lugar. Levar os braços para frente, um de cada vez, como se estivesse nadando com vigor ou lutando Box, falando: how – em seguida, os dois para cima: há há há subindo. Descendo, how how ! Recapitulando: how, how,na frente,inspirando, há, há, há em cima, respirando com a boca aberta.


Caminhe circulando pelo menos umas dez vezes. A cada há, há há, soltar todo o ar, comprimindo o diafragma. Se não conseguir, contrair e expandir o diafragma, não faz mal. A importância desse movimento é a expansão e recolhimento da região acima do abdômen levando à limpeza, descontração, alegria, mesmo que não perceba.


Segundo tempo:


Deite-se agora no chão, devagar, perceba a respiração como ficou. Foco! Atenção! Alguma parte do corpo está formigando? Esquentou? E os braços? Relaxe. Imagine que está carimbando o chão com seu corpo como se estivesse deitado na areia fofa.


E bem pesado. Se solte, se entregue nessa areia macia quentinha, ou geladinha, como preferir.


Agora, de olhos fechados, sentindo a areia e “ouvindo” o mar, abra um pouco a boca, solte os dentes, coloque a língua no palato, no início do céu da boca. Bem relaxada. Respire normalmente. E “veja”, quantas gaivotas rodeando aí por cima! Indo, voltando, rodeando. Um céu da cor que aparecer, nuvens, se tiver, pinte esse quadro em movimento como quiser. Um filme. Use sua criatividade. Fique aí, nesse santuário que criou pra você. Não tenha pressa. Se houver possibilidade, ponha uma música gostosa. Cante sem abrir a boca!


Esse é um santuário que pode voltar quantas vezes quiser. É seu refúgio, nada e ninguém entra. Sua fortaleza. E depois de algum tempo, para sair desse estado de relaxamento e possível expansão de consciência, se espreguice devagar fazendo um som mais alto e abra os olhos.


Revista Per Vivere Bene