top of page
logoPPVBprpetohor.png

Retrato: Noélli Sántiago mostra 7 dicas para melhorar a sua autoimagem

Si mesmo, conhecimento de si próprio ou a descrição que a pessoa faz de si mesma, são explicações teóricas sobre a busca da sua autoimagem, que tem também uma parte valorativa, que é a autoestima. O Per Vivere Bene está sempre de olho nas ferramentas terapêuticas para ampliar essa busca pelo autoconhecimento. E desta vez, conversou com a

terapeuta consciencial e influencer Noélli Sántiago , que nos ofereceu 7 dicas para quem quer começar a conhecer a sua autoimagem e explica por que algumas pessoas têm um olhar distorcido sobre si mesmas.

"Todos nós nos percebemos de uma forma particular e individual, estabelecendo uma imagem sobre o que somos e como os outros nos veem. Mas o que muita gente não sabe é que a construção da autoimagem começa na infância, sofrendo influências da família, dos amigos e dos que nos cercam. Neste cenário, há pessoas que, ao longo do tempo, adquirem uma visão distorcida sobre si mesmas. Em sua grande maioria se enxergam de maneira equivocada, podendo se depreciar ou, ao contrário, se supervalorizar, adotando qualidades ou defeitos que em nada correspondem à realidade", explica a terapeuta.



Para a terapeuta, Noélli Sántiago, é comum o ser humano se comportar de acordo com o que lhe foi ensinado ou imposto. “Somos moldados durante anos a acreditar que somos ‘fortes’ ou ‘fracos’, ‘feios’ ou ‘bonitos’, ‘superinteligentes’ ou ‘limitados’, entre várias outras crenças. Mas, o que importa, de fato, é nos livrarmos dos rótulos, reconhecendo os bloqueios, as más decisões e o que deixamos de fazer na vida por assumir falsos estereótipos”, alerta.

Os aspectos de personalidade, segundo analisa a terapeuta, são, muitas vezes, definidos na adolescência, quando passamos a agir a partir de um modelo criado por nossa mente. “Vejo que há pessoas apáticas ou que se colocam em uma situação prejudicial, porque, simplesmente, assumiram ser incapazes de tomar uma atitude a seu favor. Crenças de não merecimento, culpa e vitimização são alguns dos pontos de bloqueio que encontramos no processo de reconstrução de nós mesmos, revela. “É uma espécie de autossabotagem, em que o indivíduo ‘se engessa’ e abre mão de colocar em prática os seus sonhos, os seus projetos e, principalmente, o seu modo de ser, agindo em desacordo com o que verdadeiramente é em essência, para atender às expectativas, por exemplo, dos pais ou daqueles que estão no seu convívio”, explica.

Além disso, Noélli diz que a autoimagem tem sido, também, afetada por falsos conceitos de ser humano ideal. “Existe uma cobrança da sociedade quanto ao que devemos ser. Basta olhar as redes sociais para entendermos as exigências. É como se tivéssemos que provar o tempo todo que somos os melhores, vencedores e felizes. Só que no dia a dia não é assim. Os fracassos fazem parte da vida e são importantes nos processos de aprendizados. E fracassar não é o pior, o ruim é não levantar a cabeça e não superar as dificuldades”, destaca. “Vivemos cercados de crenças familiares, sociais e religiosas sem nos darmos conta”.



Seguindo ainda esta abordagem, a aparência física, o status, a idade, a profissão, o saldo bancário, os bens materiais ou a falta deles são questões que influenciam o nosso senso crítico e autojulgamento. “Frequentemente, o indivíduo é identificado pelo que tem ou pelo que é capaz de oferecer ou conquistar. Desta forma, se ele não corresponde ao ideal imaginário e às aspirações coletivas, acaba se frustrando e se sentindo menos. Então, vem a baixa autoestima”, adverte a terapeuta. E conclui: “Somente por meio da ‘consciência de si’ paramos de nos culpar, de nos comparar, compreendendo que satisfazer o mundo não nos leva à realização pessoal.”


Neste sentido, procurar conhecer a si próprio e se observar é o primeiro passo para nos aproximarmos do nosso ‘eu’ verdadeiro. “Ninguém nasce de um jeito e ficará igual para sempre. Podemos mudar a cada dia, nos descobrindo em outras formas e maneiras novas de viver. Tudo irá depender se estamos apenas olhando para o nosso reflexo no espelho ou se o nosso olhar está voltado para dentro, percebendo o que acontece no interior e no nosso coração”, finaliza.



Anotem as dicas:

1.  Aprenda a se conhecer: É importante tirar um tempo para identificar suas características, atente-se a isso: não é sobre qualidades ou defeitos, apenas reconheça suas características, suas habilidades e paixões.

2. Cultive o amor próprio: Pratique o amor próprio, lembrando-se de que você é único. Cuide de si mesmo, cuide da sua saúde física e mental, emocional e espiritual. Comece pelos detalhes e seja gentil consigo mesmo.

3. Use afirmações positivas: Repita afirmações positivas para si mesmo diariamente, para que sua mente comece a acreditar nelas. Isso ajudará a aumentar a sua frequência vibracional, trazendo bem estar e segurança.

4. Desenvolva sua autoconfiança: Trabalhe para desenvolver a autoconfiança, o que envolve aprender a confiar em si mesmo e em suas habilidades. Isso ajudará a melhorar a autoimagem e a enfrentar desafios com mais segurança.

5. Cerque-se de pessoas positivas: Esteja perto de pessoas que o apoiem e o encorajem. Essa influência positiva pode ajudar a aumentar a autoconfiança e a melhorar a autoimagem.

6. Busque novas experiências: Tente novas experiências, cores, sabores. Construa bons hábitos e desafie-se a sair da sua zona de conforto. Permita-se ser livre!

7. Acredite em si mesmo: Acredite em si mesmo e em suas habilidades. Lembre-se talvez não possamos mudar os fatos, mas o significado que damos a cada um destes é o que transforma a vida. Você tem o poder de mudar a si mesmo e de alcançar seus objetivos.





PER VIVERE BENE

Revista Per Vivere Bene

bottom of page